Revista da UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe <p>A Revista da UNIFEBE é uma publicação do Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE e tem como objetivo divulgar, de forma regular, o resultado de estudos e pesquisas desenvolvidos pelos docentes e discentes da Instituição, assim como de colaboradores externos.</p> UNIFEBE pt-BR Revista da UNIFEBE 1679-8708 <p>Pelo presente Termo de Autorização para Publicação de Artigo Científico em Obra Coletiva, tendo em vista o disposto na Lei Federal nº 9.610, de 19/12/1998, autorizamos a partir desta data, em caráter exclusivo e isento de qualquer ônus, o uso do texto, para publicação em obra coletiva a ser organizada pelo Centro Universitário de Brusque- UNIFEBE, mantido pela Fundação Educacional de Brusque – FEBE.</p><p>Declaro ainda, que o texto acima referenciado é de nossa autoria, nos responsabilizando, portanto, pela originalidade e pela revisão do texto, concedendo ao Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE plenos direitos para escolha do editor, meios de publicação, meios de reprodução, meios de divulgação, tiragem, formato, enfim, tudo o que for necessário para que a publicação seja efetivada.</p><p>Reiteramos ainda, que esta autorização vigorará pelo prazo de 05 (cinco) anos a contar de sua assinatura, podendo o Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE realizar neste período quantas edições julgar conveniente.</p> A INFLUÊNCIA DA IDENTIDADE VISUAL NA DECISÃO DE COMPRA: PERCEPÇÕES, EMOÇÕES E RECONHECIMENTO DE MARCA https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1112 <p>Neste artigo analisamos como a identidade visual de uma marca influencia <br>a decisão de compra dos consumidores. Consideramos identidade visual o conjunto <br>de elementos gráficos, logotipo, paleta cromática, tipografia, formas e estilos, que <br>sintetizam a personalidade e o posicionamento da marca. Adotamos uma abordagem <br>qualitativa, de caráter exploratório e com procedimento bibliográfico, integrando <br>autores clássicos e contemporâneos das áreas de marketing, branding, design e <br>comportamento do consumidor. A análise indica que (i) a consistência visual favorece <br>o reconhecimento e o recall; (ii) a coerência entre signos visuais e proposta de valor <br>eleva a confiança e o valor percebido; (iii) cores, tipografia e composição ativam <br>respostas afetivas e heurísticas que orientam decisões rápidas; e (iv) em ambientes <br>digitais, sistemas visuais padronizados ampliam o engajamento e a autenticidade. <br>Concluímos que a identidade visual, além de recurso estético, constitui um ativo <br>simbólico-estratégico para a diferenciação competitiva e a fidelização, influenciando <br>múltiplas etapas da jornada de compra. Para pesquisas futuras, sugerimos estudos <br>empíricos que testem as relações entre a consistência visual, as métricas de <br>engajamento e a preferência pela marca em diferentes setores.</p> Nayara Maria Teixeira Marcos Aurélio Gonçalves Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33 EFEITO DA TAXA DE JUROS (SELIC) NOS INDICADORES DE DESEMPENHO DAS EMPRESAS DO RAMO VAREJISTA DA B3 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1113 <p>Nos últimos anos, após a crise sanitária provocada pela pandemia do <br>coronavírus, o contexto econômico mundial apresentou um aumento substancial das <br>taxas de juros e o Brasil não foi exceção. Desde o início da pandemia até o final de <br>2022, a taxa básica de juros do país, conhecida como Selic, sofreu uma variação <br>significativa. Com isso, as empresas enfrentaram dificuldades para manter seus <br>negócios, principalmente as do setor varejista, conhecido por suas margens baixas e <br>alta necessidade de capital de giro, entre outros fatores que estão diretamente <br>relacionados à taxa de juros. Esta pesquisa teve como objetivo avaliar o efeito da <br>variação da taxa de juros Selic sobre alguns indicadores de desempenho de empresas <br>varejistas da B3. Quanto aos objetivos, a pesquisa caracterizou-se como descritiva. O <br>procedimento técnico utilizado foi o da pesquisa documental, com abordagem <br>quantitativa do problema. Os dados das empresas foram obtidos por meio de <br>documentos da B3. Conclui-se que o efeito da taxa de juros Selic sobre os indicadores <br>de desempenho das empresas varejistas listadas na B3 dependerá do tipo de <br>indicador a ser utilizado.</p> Leonardo da Costa Fischer Luiz Pedro Benvenutti Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33 FINANÇAS PESSOAIS: EDUCAÇÃO FINANCEIRA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA SEFAZ – MT https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1114 <p>O objetivo deste artigo foi identificar as características do endividamento <br>dos servidores públicos da SEFAZ – MT. De natureza descritiva e com abordagem <br>quali-quantitativa, o estudo utilizou um levantamento do tipo survey para a coleta de <br>dados. A amostra compreendeu 64 servidores efetivos da SEFAZ – MT. O instrumento <br>de coleta de dados foi um questionário com 32 questões, aplicado por meio da <br>ferramenta Google Forms, devido à situação pandêmica. Os dados foram organizados <br>no software Microsoft Office Excel, analisados e apresentados na forma de gráficos e <br>tabelas. Os resultados apontaram que os servidores públicos são, em sua maioria, <br>casados, têm entre 41 e 60 anos, possuem especialização na área e atuam há mais <br>de 10 anos nos serviços públicos. Quanto ao aspecto socioeconômico, eles têm renda <br>familiar bruta superior a 11 salários mínimos, têm dois filhos e possuem casa própria. <br>A situação de endividamento dos servidores mostrou-se controlada, pois 82,8% deles <br>não possuem dívidas em atraso. O nível de endividamento dos servidores <br>caracterizou-se como pouco endividado (34,34%) ou mais ou menos endividado <br>(25%), evidenciando controle sobre as finanças pessoais. Conclui-se que o nível de <br>educação financeira dos servidores está entre o médio (56,2%) e o alto (21,9%), o que <br>é um ponto positivo, pois a educação financeira leva ao controle de gastos. Quanto <br>maior o nível de conhecimento financeiro, maior o controle.</p> Camila Pereira Dorileo Graziele Oliveira Aragão Servilha Josiane Silva Costa dos Santos Leandro José de Oliveira Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33 GERAÇÃO Z E LIDERANÇA: ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DE FUTURAS LIDERANÇAS https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1115 <p>A Geração Z já faz parte integrante da força de trabalho atual. Com sua <br>alta conectividade e domínio das novas tecnologias, ela oferece uma nova visão de <br>liderança e impacto no ambiente profissional. O presente artigo teve como objetivo <br>apresentar as estratégias e práticas de como a Empresa Partícipe está se adaptando <br>para incorporar e aproveitar as habilidades e competências da Geração Z em posições <br>de liderança. Por meio de uma pesquisa bibliográfica e estudo de caso com aplicação <br>de questionário, o presente estudo apresenta as principais características da Geração <br>Z e a atuação das empresas em relação a esta geração. Essa abordagem permite <br>criar um ambiente que não só acolha as novas ideias, como também apoie os gestores <br>nesse processo e forneça os recursos necessários para que esses jovens floresçam <br>em posições de liderança.</p> Camila Luciani Perin Karoline Luciani Fritsche Cassiane Dagani Everaldo da Silva Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33 GESTÃO DE PESSOAS E FEEDBACK: CONTRIBUIÇÕES PARA O DESEMPENHO E BEM-ESTAR NO TRABALHO https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1116 <p>Uma gestão de pessoas eficaz reconhece o feedback como uma <br>ferramenta estratégica essencial para o desenvolvimento contínuo dos colaboradores, <br>pois promove o alinhamento, a motivação e a melhoria do desempenho individual e <br>coletivo. Nessa direção, esta pesquisa teve como objetivo geral compreender os <br>impactos emocionais decorrentes de um feedback inadequado no ambiente <br>organizacional e como esses efeitos influenciam o desenvolvimento profissional e o <br>desempenho dos colaboradores. Para tanto, foram identificadas as principais reações <br>emocionais dos colaboradores em resposta a feedbacks inadequados e como esses <br>impactos emocionais afetam o desempenho profissional. Por fim, foram descritas <br>práticas e estratégias para melhorar a apresentação de feedbacks e reduzir seus <br>efeitos negativos. Do ponto de vista metodológico, a pesquisa caracteriza-se como <br>uma revisão bibliográfica fundamentada em estudos que abordam a importância do <br>feedback no contexto organizacional e seu papel no desenvolvimento de pessoas. Os <br>resultados revelaram que o feedback, quando conduzido inadequadamente no <br>ambiente organizacional, pode desencadear reações emocionais negativas, <br>comprometendo o bem-estar, o desempenho e o desenvolvimento profissional dos <br>colaboradores. Ansiedade, frustração, tristeza, ressentimento e apatia são emoções <br>recorrentes, frequentemente relacionadas a contextos em que há ausência de <br>empatia, reconhecimento ou preparo por parte da liderança. Os resultados também <br>indicam que tais experiências emocionais afetam a autoestima dos profissionais, <br>aumentam o desgaste psicológico e podem contribuir para quadros de exaustão <br>emocional e burnout.</p> Joice Noeli da Cunha Cerutti Josely Cristiane Rosa Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33 GOVERNANÇA E COMUNICAÇÃO PÚBLICA: DESAFIOS DA APLICABILIDADE EM PREFEITURAS DE MUNICÍPIOS DE PEQUENO PORTE DE SANTA CATARINA https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1117 <p>A efetividade da governança no setor público depende, de forma <br>fundamental, da comunicação. Parte-se do princípio de que a comunicação não deve <br>se restringir à divulgação de ações, mas atuar como instrumento orientado por <br>princípios como transparência, accountability e participação social. O artigo apresenta <br>os resultados de um estudo realizado em municípios catarinenses com menos de 20 <br>mil habitantes, por meio de um questionário aplicado a 98 prefeituras. Os resultados <br>indicam que, embora existam esforços para promover a transparência e prestar contas <br>à população, a comunicação permanece pouco institucionalizada, marcada por <br>estruturas frágeis, acúmulo de funções e considerável interferência política. Conclui<br>se que a comunicação pública no âmbito dos municípios enfrenta limites significativos <br>para se consolidar como prática de governança pública, o que reforça a necessidade <br>de maior planejamento estratégico e valorização profissional.</p> Maiara Carvalho Batista Maduro Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33 IMPACTO DA CULTURA ORGANIZACIONAL NA IMPLEMENTAÇÃO DO PDCA NO SETOR DA QUALIDADE NAS INDÚSTRIAS https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1118 <p>Este estudo tem como objetivo avaliar como a cultura organizacional afeta <br>a implementação do método PDCA nas indústrias, visando identificar os elementos <br>que promovem ou dificultam sua adoção. Por meio das entrevistas semiestruturadas <br>realizadas com profissionais experientes na área da qualidade, a pesquisa mostra que <br>a clareza nas políticas e procedimentos, uma estrutura organizacional bem definida e <br>a definição de objetivos alinhados à cultura de melhoria contínua são fundamentais <br>para a efetividade do PDCA, bem como aspectos relacionados à comunicação eficaz, <br>liderança inspiradora e um ambiente de trabalho colaborativo e de apoio mútuo são <br>importantes. Os resultados mostram que uma cultura organizacional positiva e <br>proativa pode acelerar a adoção do PDCA, enquanto culturas resistentes à mudança <br>podem impedi-la. Isso destaca a necessidade de uma abordagem de gestão da <br>mudança que considere tanto os aspectos técnicos quanto os culturais e humanos, e <br>que deva estar alinhada com a cultura da organização, evidenciando a necessidade <br>de envolver todos os níveis hierárquicos. Alinhar os princípios do PDCA à cultura <br>organizacional permite não apenas a melhoria dos processos e a eficiência, mas <br>também promove o crescimento e o desenvolvimento pessoal e profissional dos <br>colaboradores. Apesar de suas limitações, como o foco em profissionais da qualidade <br>e a amostra reduzida, os resultados desta pesquisa oferecem uma base para <br>aprimorar o conhecimento na área e para organizações que buscam promover uma <br>cultura de melhoria contínua eficaz.</p> Thiago Ferracini Trevisan Errol Fernando Zepka Pereira Junior Gabriel Guerra Braga Pereira Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33 O PRINCÍPIO DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA NO SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO: UMA ANÁLISE SOBRE A APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA NOS IMPOSTOS DIRETOS E INDIRETOS https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1119 <p>O artigo examina o princípio da capacidade contributiva no sistema <br>tributário brasileiro, previsto no art. 145, § 1.º da Constituição Federal, como parâmetro <br>essencial de justiça fiscal. O objetivo foi analisar a efetividade da aplicação do <br>princípio, especialmente diante da distinção entre impostos diretos e indiretos, bem <br>como discutir desafios e perspectivas de reforma tributária. Quanto ao método <br>adotado, foi a pesquisa bibliográfica e documental, fundamentada em doutrina, <br>jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e dados da Receita Federal. Como <br>resultado, identificou-se que, apesar da previsão constitucional e da consagração <br>jurisprudencial, a aplicação do princípio é limitada na prática. Impostos diretos, como <br>o Imposto de Renda e o IPTU, permitem maior aproximação à progressividade, mas <br>sofrem distorções decorrentes de deduções, isenções e desigualdades na <br>fiscalização. Em contrapartida, a predominância de impostos indiretos, como ICMS, <br>IPI e PIS/COFINS, gera regressividade, pois transfere a carga tributária de forma <br>desproporcional para as camadas de menor renda. A jurisprudência do STF reforça a <br>progressividade e a vedação ao confisco, mas reconhece a dificuldade em aplicar o <br>princípio plenamente em tributos indiretos. Pode-se concluir que o sistema tributário <br>brasileiro ainda se mostra regressivo e distante da plena concretização da capacidade <br>contributiva. A reforma tributária em curso, com a adoção do IVA dual, representa um <br>passo importante para reduzir distorções e simplificar a arrecadação. Contudo, a <br>efetivação da justiça fiscal depende do fortalecimento da progressividade sobre renda <br>e patrimônio, da redução da tributação regressiva e da implementação de políticas <br>que garantam maior equidade social.</p> Ana Flávia Ramos Gislaine Carpena Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33 OS RECURSOS HUMANOS NO DIVÃ: UM ESTUDO PSICANALÍTICO DO MAL ESTAR DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1120 <p>Este artigo problematiza e analisa o conflito e o mal-estar por meio da <br>prática da escuta do líder sobre os seus liderados em uma instituição comunitária de <br>ensino superior. O objetivo deste trabalho foi escutar as repetições e o mal-estar no <br>contexto universitário. O método utilizado foi a psicanálise extramuros, ou seja, <br>escutamos e analisamos o mal-estar, as repetições, os sintomas e as possíveis <br>elaborações de uma profissional dos Recursos Humanos em uma instituição de ensino <br>superior comunitária. Com base na escuta e construção de ilustrações do cotidiano, <br>foi analisado o sofrimento psíquico, tanto aqueles que tiveram relação com o ambiente <br>de trabalho como os que foram originados na vida pessoal dos liderados. Também foi <br>possível compreender que, em alguns momentos, o mal-estar e, por consequência, <br>os conflitos resultaram das dificuldades de comunicação e de interpretação. Dito de <br>outro modo, da escuta no ambiente organizacional. A repetição fez-se presente ao <br>longo de todos os registros e apontamentos. Não é possível apenas a instauração de <br>um protocolo para eliminar o problema, porém, apontamos a necessidade de um <br>espaço de escuta e de elaboração para uma implicação do colaborador nas próprias <br>questões. Conclui-se que um espaço de escuta no qual sejam possíveis uma <br>implicação e a escuta dos desdobramentos dos conflitos e do mal-estar apresentados, <br>para além de uma provisória resolução dos problemas, pode possibilitar a quebra de <br>um ciclo de repetições em torno de um sintoma ou conflito institucional.</p> Juliana Peixer Gustavo Angeli Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33 PERFIL DAS FINANÇAS PESSOAIS DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1121 <p>A educação financeira vai além de cálculos, promovendo uma mentalidade <br>saudável sobre dinheiro. Controlar o orçamento é crucial para gerenciar os gastos de <br>forma eficaz. As finanças pessoais incluem investimentos, gerenciamento de contas <br>e planos de aposentadoria. A independência financeira marca a transição para a vida <br>adulta, enquanto a alfabetização financeira influencia o conhecimento em estudantes <br>universitários. Com isso, este estudo tem como objetivo geral analisar as Finanças <br>Pessoais dos alunos de graduação em Ciências Contábeis da UNIFEBE. Para isso, <br>foi realizada uma pesquisa descritiva, conduzida por meio de survey, com abordagem <br>do problema quantitativa. A população da pesquisa abrangeu 174 alunos do curso e <br>a amostra obtida foi de 106 respondentes. Os dados foram coletados por meio de <br>questionários online sobre o perfil financeiro, conhecimentos em finanças pessoais, <br>técnicas de planejamento, endividamento e cultura de investimento. Após coletar os <br>dados, foi aplicada a análise estatística de distribuição de frequências para analisar <br>os resultados encontrados. Isso evidenciou que, em sua maioria, os alunos de <br>Ciências Contábeis da UNIFEBE apresentam controle sobre suas finanças pessoais. <br>A pesquisa revelou que, apesar de terem conscientização financeira, muitos alunos <br>ainda enfrentam desafios, como gastos imprevistos e o uso excessivo do cartão de <br>crédito, o que destaca a necessidade de educação financeira contínua. Além disso, <br>observou-se uma preferência por investimentos conservadores, embora com <br>interesse moderado por opções de maior risco.</p> Ana Henriqueta Marchi Rodrigo Barraco Marassi Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33 PROPOSTA DE SISTEMA DE CUSTOS PARA UMA EMPRESA DO RAMO TÊXTIL NA CIDADE DE BRUSQUE/SC https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1122 <p>A contabilidade de custos representa um instrumento essencial para o <br>controle e a gestão das empresas, especialmente em setores altamente competitivos <br>como o têxtil. Este estudo teve como objetivo propor um sistema de custeio adequado <br>para uma indústria de pequeno porte localizada em Brusque/SC. A pesquisa <br>caracterizou-se como qualitativa, descritiva e conduzida por meio de estudo de caso, <br>e utilizou entrevistas e análise documental para a coleta de dados. Os resultados <br>confirmaram que, embora a empresa adote práticas de custeio por absorção, a <br>utilização de critérios simplificados de rateio dos custos fixos gera distorções na <br>apuração da lucratividade, principalmente em produtos de segunda qualidade, <br>resultando em prejuízos médios de 35%. A análise evidenciou que a adoção de <br>critérios mais precisos, como horas-máquina, pode melhorar significativamente a <br>distribuição dos custos e oferecer informações mais consistentes para a tomada de <br>decisão. Conclui-se que a aplicação de um sistema de custeio estruturado e detalhado <br>contribui para a sustentabilidade financeira da empresa, ampliando sua <br>competitividade no mercado.</p> Camila Ferreira Doim Alessandro Fazzino Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33 QUALIDADE DOS ACCRUALS E SUA RELAÇÃO COMINDICADORES FINANCEIROS DE EMPRESAS DO COMÉRCIO VAREJISTA DA B3 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1123 <p>O comércio varejista pode ser caracterizado como aquele em que a venda <br>ocorre diretamente para o consumidor final, que utilizará o produto ou serviço. Este <br>setor vem enfrentando desafios importantes, principalmente desde a Pandemia de <br>COVID-19. Nesse cenário, uma das formas de as empresas tentarem minimizar sua <br>desvalorização é evidenciar ao mercado informações contábeis transparentes, claras, <br>com a melhor qualidade possível. Nesse sentido, pode-se questionar se informações <br>contábeis de melhor qualidade estariam relacionadas ao desempenho das <br>organizações. Sendo assim, este estudo tem como objetivo geral analisar a relação <br>entre a qualidade dos accruals e os indicadores financeiros de empresas do comércio <br>varejista do Brasil, Bolsa, Balcão (B3). A amostra contemplou 22 empresas listadas <br>no setor de consumo cíclico da B3. Os documentos utilizados foram as <br>Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP). Os resultados indicam, de maneira <br>geral, que a qualidade dos accruals tem correlação positiva moderada com os <br>indicadores de liquidez e negativa fraca a moderada com os indicadores de <br>endividamento e rentabilidade. Os resultados dos modelos de regressão apontam <br>coeficientes significativos apenas para a composição do endividamento (negativo) e <br>liquidez corrente (positivo). Conclui-se, portanto, que a qualidade dos accruals está <br>relacionada de maneira não uniforme aos indicadores financeiros, sendo mais <br>evidente na gestão de dívidas. Este estudo contribui com a compreensão sobre a <br>conexão entre a qualidade dos accruals e os indicadores financeiros no setor varejista. <br>Também fornece orientações sobre como práticas responsáveis podem fortalecer e <br>aumentar o desempenho financeiro da empresa.</p> Larissa Schwertz Roberto Carlos Klann Copyright (c) 2026 2026-03-11 2026-03-11 1 33