Revista da UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe <p>A Revista da UNIFEBE é uma publicação do Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE e tem como objetivo divulgar, de forma regular, o resultado de estudos e pesquisas desenvolvidos pelos docentes e discentes da Instituição, assim como de colaboradores externos.</p> pt-BR <p>Pelo presente Termo de Autorização para Publicação de Artigo Científico em Obra Coletiva, tendo em vista o disposto na Lei Federal nº 9.610, de 19/12/1998, autorizamos a partir desta data, em caráter exclusivo e isento de qualquer ônus, o uso do texto, para publicação em obra coletiva a ser organizada pelo Centro Universitário de Brusque- UNIFEBE, mantido pela Fundação Educacional de Brusque – FEBE.</p><p>Declaro ainda, que o texto acima referenciado é de nossa autoria, nos responsabilizando, portanto, pela originalidade e pela revisão do texto, concedendo ao Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE plenos direitos para escolha do editor, meios de publicação, meios de reprodução, meios de divulgação, tiragem, formato, enfim, tudo o que for necessário para que a publicação seja efetivada.</p><p>Reiteramos ainda, que esta autorização vigorará pelo prazo de 05 (cinco) anos a contar de sua assinatura, podendo o Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE realizar neste período quantas edições julgar conveniente.</p> pesquisa@unifebe.edu.br (Prof. M. Daniel Goulart (Editora Geral)) ni.web@unifebe.edu.br (Núcleo de Informática) qui, 19 mar 2026 16:31:44 -0300 OJS 3.2.1.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 A INFLUÊNCIA DA IDENTIDADE VISUAL NA DECISÃO DE COMPRA: PERCEPÇÕES, EMOÇÕES E RECONHECIMENTO DE MARCA https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1112 <p>Neste artigo analisamos como a identidade visual de uma marca influencia <br />a decisão de compra dos consumidores. Consideramos identidade visual o conjunto <br />de elementos gráficos, logotipo, paleta cromática, tipografia, formas e estilos, que <br />sintetizam a personalidade e o posicionamento da marca. Adotamos uma abordagem <br />qualitativa, de caráter exploratório e com procedimento bibliográfico, integrando <br />autores clássicos e contemporâneos das áreas de marketing, branding, design e <br />comportamento do consumidor. A análise indica que (i) a consistência visual favorece <br />o reconhecimento e o recall; (ii) a coerência entre signos visuais e proposta de valor <br />eleva a confiança e o valor percebido; (iii) cores, tipografia e composição ativam <br />respostas afetivas e heurísticas que orientam decisões rápidas; e (iv) em ambientes <br />digitais, sistemas visuais padronizados ampliam o engajamento e a autenticidade. <br />Concluímos que a identidade visual, além de recurso estético, constitui um ativo <br />simbólico-estratégico para a diferenciação competitiva e a fidelização, influenciando <br />múltiplas etapas da jornada de compra. Para pesquisas futuras, sugerimos estudos <br />empíricos que testem as relações entre a consistência visual, as métricas de <br />engajamento e a preferência pela marca em diferentes setores.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-1" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-1</a></p> Nayara Maria Teixeira, Marcos Aurélio Gonçalves Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1112 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300 EFEITO DA TAXA DE JUROS (SELIC) NOS INDICADORES DE DESEMPENHO DAS EMPRESAS DO RAMO VAREJISTA DA B3 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1113 <p>Nos últimos anos, após a crise sanitária provocada pela pandemia do <br />coronavírus, o contexto econômico mundial apresentou um aumento substancial das <br />taxas de juros e o Brasil não foi exceção. Desde o início da pandemia até o final de <br />2022, a taxa básica de juros do país, conhecida como Selic, sofreu uma variação <br />significativa. Com isso, as empresas enfrentaram dificuldades para manter seus <br />negócios, principalmente as do setor varejista, conhecido por suas margens baixas e <br />alta necessidade de capital de giro, entre outros fatores que estão diretamente <br />relacionados à taxa de juros. Esta pesquisa teve como objetivo avaliar o efeito da <br />variação da taxa de juros Selic sobre alguns indicadores de desempenho de empresas <br />varejistas da B3. Quanto aos objetivos, a pesquisa caracterizou-se como descritiva. O <br />procedimento técnico utilizado foi o da pesquisa documental, com abordagem <br />quantitativa do problema. Os dados das empresas foram obtidos por meio de <br />documentos da B3. Conclui-se que o efeito da taxa de juros Selic sobre os indicadores <br />de desempenho das empresas varejistas listadas na B3 dependerá do tipo de <br />indicador a ser utilizado.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-2" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-2</a></p> Leonardo da Costa Fischer, Luiz Pedro Benvenutti Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1113 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300 FINANÇAS PESSOAIS: EDUCAÇÃO FINANCEIRA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA SEFAZ – MT https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1114 <p>O objetivo deste artigo foi identificar as características do endividamento <br />dos servidores públicos da SEFAZ – MT. De natureza descritiva e com abordagem <br />quali-quantitativa, o estudo utilizou um levantamento do tipo survey para a coleta de <br />dados. A amostra compreendeu 64 servidores efetivos da SEFAZ – MT. O instrumento <br />de coleta de dados foi um questionário com 32 questões, aplicado por meio da <br />ferramenta Google Forms, devido à situação pandêmica. Os dados foram organizados <br />no software Microsoft Office Excel, analisados e apresentados na forma de gráficos e <br />tabelas. Os resultados apontaram que os servidores públicos são, em sua maioria, <br />casados, têm entre 41 e 60 anos, possuem especialização na área e atuam há mais <br />de 10 anos nos serviços públicos. Quanto ao aspecto socioeconômico, eles têm renda <br />familiar bruta superior a 11 salários mínimos, têm dois filhos e possuem casa própria. <br />A situação de endividamento dos servidores mostrou-se controlada, pois 82,8% deles <br />não possuem dívidas em atraso. O nível de endividamento dos servidores <br />caracterizou-se como pouco endividado (34,34%) ou mais ou menos endividado <br />(25%), evidenciando controle sobre as finanças pessoais. Conclui-se que o nível de <br />educação financeira dos servidores está entre o médio (56,2%) e o alto (21,9%), o que <br />é um ponto positivo, pois a educação financeira leva ao controle de gastos. Quanto <br />maior o nível de conhecimento financeiro, maior o controle.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-3" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-3</a></p> Camila Pereira Dorileo, Graziele Oliveira Aragão Servilha, Josiane Silva Costa dos Santos, Leandro José de Oliveira Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1114 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300 GERAÇÃO Z E LIDERANÇA: ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DE FUTURAS LIDERANÇAS https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1115 <p>A Geração Z já faz parte integrante da força de trabalho atual. Com sua <br />alta conectividade e domínio das novas tecnologias, ela oferece uma nova visão de <br />liderança e impacto no ambiente profissional. O presente artigo teve como objetivo <br />apresentar as estratégias e práticas de como a Empresa Partícipe está se adaptando <br />para incorporar e aproveitar as habilidades e competências da Geração Z em posições <br />de liderança. Por meio de uma pesquisa bibliográfica e estudo de caso com aplicação <br />de questionário, o presente estudo apresenta as principais características da Geração <br />Z e a atuação das empresas em relação a esta geração. Essa abordagem permite <br />criar um ambiente que não só acolha as novas ideias, como também apoie os gestores <br />nesse processo e forneça os recursos necessários para que esses jovens floresçam <br />em posições de liderança.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-4" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-4</a></p> Camila Luciani Perin, Karoline Luciani Fritsche, Cassiane Dagani, Everaldo da Silva Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1115 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300 GESTÃO DE PESSOAS E FEEDBACK: CONTRIBUIÇÕES PARA O DESEMPENHO E BEM-ESTAR NO TRABALHO https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1116 <p>Uma gestão de pessoas eficaz reconhece o feedback como uma <br />ferramenta estratégica essencial para o desenvolvimento contínuo dos colaboradores, <br />pois promove o alinhamento, a motivação e a melhoria do desempenho individual e <br />coletivo. Nessa direção, esta pesquisa teve como objetivo geral compreender os <br />impactos emocionais decorrentes de um feedback inadequado no ambiente <br />organizacional e como esses efeitos influenciam o desenvolvimento profissional e o <br />desempenho dos colaboradores. Para tanto, foram identificadas as principais reações <br />emocionais dos colaboradores em resposta a feedbacks inadequados e como esses <br />impactos emocionais afetam o desempenho profissional. Por fim, foram descritas <br />práticas e estratégias para melhorar a apresentação de feedbacks e reduzir seus <br />efeitos negativos. Do ponto de vista metodológico, a pesquisa caracteriza-se como <br />uma revisão bibliográfica fundamentada em estudos que abordam a importância do <br />feedback no contexto organizacional e seu papel no desenvolvimento de pessoas. Os <br />resultados revelaram que o feedback, quando conduzido inadequadamente no <br />ambiente organizacional, pode desencadear reações emocionais negativas, <br />comprometendo o bem-estar, o desempenho e o desenvolvimento profissional dos <br />colaboradores. Ansiedade, frustração, tristeza, ressentimento e apatia são emoções <br />recorrentes, frequentemente relacionadas a contextos em que há ausência de <br />empatia, reconhecimento ou preparo por parte da liderança. Os resultados também <br />indicam que tais experiências emocionais afetam a autoestima dos profissionais, <br />aumentam o desgaste psicológico e podem contribuir para quadros de exaustão <br />emocional e burnout.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-5" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-5</a></p> Joice Noeli da Cunha Cerutti, Josely Cristiane Rosa Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1116 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300 GOVERNANÇA E COMUNICAÇÃO PÚBLICA: DESAFIOS DA APLICABILIDADE EM PREFEITURAS DE MUNICÍPIOS DE PEQUENO PORTE DE SANTA CATARINA https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1117 <p>A efetividade da governança no setor público depende, de forma <br />fundamental, da comunicação. Parte-se do princípio de que a comunicação não deve <br />se restringir à divulgação de ações, mas atuar como instrumento orientado por <br />princípios como transparência, accountability e participação social. O artigo apresenta <br />os resultados de um estudo realizado em municípios catarinenses com menos de 20 <br />mil habitantes, por meio de um questionário aplicado a 98 prefeituras. Os resultados <br />indicam que, embora existam esforços para promover a transparência e prestar contas <br />à população, a comunicação permanece pouco institucionalizada, marcada por <br />estruturas frágeis, acúmulo de funções e considerável interferência política. Conclui<br />se que a comunicação pública no âmbito dos municípios enfrenta limites significativos <br />para se consolidar como prática de governança pública, o que reforça a necessidade <br />de maior planejamento estratégico e valorização profissional.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-6" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-6</a></p> Maiara Carvalho Batista Maduro Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1117 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300 IMPACTO DA CULTURA ORGANIZACIONAL NA IMPLEMENTAÇÃO DO PDCA NO SETOR DA QUALIDADE NAS INDÚSTRIAS https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1118 <p>Este estudo tem como objetivo avaliar como a cultura organizacional afeta <br />a implementação do método PDCA nas indústrias, visando identificar os elementos <br />que promovem ou dificultam sua adoção. Por meio das entrevistas semiestruturadas <br />realizadas com profissionais experientes na área da qualidade, a pesquisa mostra que <br />a clareza nas políticas e procedimentos, uma estrutura organizacional bem definida e <br />a definição de objetivos alinhados à cultura de melhoria contínua são fundamentais <br />para a efetividade do PDCA, bem como aspectos relacionados à comunicação eficaz, <br />liderança inspiradora e um ambiente de trabalho colaborativo e de apoio mútuo são <br />importantes. Os resultados mostram que uma cultura organizacional positiva e <br />proativa pode acelerar a adoção do PDCA, enquanto culturas resistentes à mudança <br />podem impedi-la. Isso destaca a necessidade de uma abordagem de gestão da <br />mudança que considere tanto os aspectos técnicos quanto os culturais e humanos, e <br />que deva estar alinhada com a cultura da organização, evidenciando a necessidade <br />de envolver todos os níveis hierárquicos. Alinhar os princípios do PDCA à cultura <br />organizacional permite não apenas a melhoria dos processos e a eficiência, mas <br />também promove o crescimento e o desenvolvimento pessoal e profissional dos <br />colaboradores. Apesar de suas limitações, como o foco em profissionais da qualidade <br />e a amostra reduzida, os resultados desta pesquisa oferecem uma base para <br />aprimorar o conhecimento na área e para organizações que buscam promover uma <br />cultura de melhoria contínua eficaz.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-7" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-7</a></p> Thiago Ferracini Trevisan, Errol Fernando Zepka Pereira Junior, Gabriel Guerra Braga Pereira Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1118 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300 O PRINCÍPIO DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA NO SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO: UMA ANÁLISE SOBRE A APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA NOS IMPOSTOS DIRETOS E INDIRETOS https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1119 <p>O artigo examina o princípio da capacidade contributiva no sistema <br />tributário brasileiro, previsto no art. 145, § 1.º da Constituição Federal, como parâmetro <br />essencial de justiça fiscal. O objetivo foi analisar a efetividade da aplicação do <br />princípio, especialmente diante da distinção entre impostos diretos e indiretos, bem <br />como discutir desafios e perspectivas de reforma tributária. Quanto ao método <br />adotado, foi a pesquisa bibliográfica e documental, fundamentada em doutrina, <br />jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e dados da Receita Federal. Como <br />resultado, identificou-se que, apesar da previsão constitucional e da consagração <br />jurisprudencial, a aplicação do princípio é limitada na prática. Impostos diretos, como <br />o Imposto de Renda e o IPTU, permitem maior aproximação à progressividade, mas <br />sofrem distorções decorrentes de deduções, isenções e desigualdades na <br />fiscalização. Em contrapartida, a predominância de impostos indiretos, como ICMS, <br />IPI e PIS/COFINS, gera regressividade, pois transfere a carga tributária de forma <br />desproporcional para as camadas de menor renda. A jurisprudência do STF reforça a <br />progressividade e a vedação ao confisco, mas reconhece a dificuldade em aplicar o <br />princípio plenamente em tributos indiretos. Pode-se concluir que o sistema tributário <br />brasileiro ainda se mostra regressivo e distante da plena concretização da capacidade <br />contributiva. A reforma tributária em curso, com a adoção do IVA dual, representa um <br />passo importante para reduzir distorções e simplificar a arrecadação. Contudo, a <br />efetivação da justiça fiscal depende do fortalecimento da progressividade sobre renda <br />e patrimônio, da redução da tributação regressiva e da implementação de políticas <br />que garantam maior equidade social.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-8" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-8</a></p> Ana Flávia Ramos, Gislaine Carpena Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1119 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300 OS RECURSOS HUMANOS NO DIVÃ: UM ESTUDO PSICANALÍTICO DO MAL ESTAR DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1120 <p>Este artigo problematiza e analisa o conflito e o mal-estar por meio da <br />prática da escuta do líder sobre os seus liderados em uma instituição comunitária de <br />ensino superior. O objetivo deste trabalho foi escutar as repetições e o mal-estar no <br />contexto universitário. O método utilizado foi a psicanálise extramuros, ou seja, <br />escutamos e analisamos o mal-estar, as repetições, os sintomas e as possíveis <br />elaborações de uma profissional dos Recursos Humanos em uma instituição de ensino <br />superior comunitária. Com base na escuta e construção de ilustrações do cotidiano, <br />foi analisado o sofrimento psíquico, tanto aqueles que tiveram relação com o ambiente <br />de trabalho como os que foram originados na vida pessoal dos liderados. Também foi <br />possível compreender que, em alguns momentos, o mal-estar e, por consequência, <br />os conflitos resultaram das dificuldades de comunicação e de interpretação. Dito de <br />outro modo, da escuta no ambiente organizacional. A repetição fez-se presente ao <br />longo de todos os registros e apontamentos. Não é possível apenas a instauração de <br />um protocolo para eliminar o problema, porém, apontamos a necessidade de um <br />espaço de escuta e de elaboração para uma implicação do colaborador nas próprias <br />questões. Conclui-se que um espaço de escuta no qual sejam possíveis uma <br />implicação e a escuta dos desdobramentos dos conflitos e do mal-estar apresentados, <br />para além de uma provisória resolução dos problemas, pode possibilitar a quebra de <br />um ciclo de repetições em torno de um sintoma ou conflito institucional.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-9" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-9</a></p> Juliana Peixer, Gustavo Angeli Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1120 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300 PERFIL DAS FINANÇAS PESSOAIS DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1121 <p>A educação financeira vai além de cálculos, promovendo uma mentalidade <br />saudável sobre dinheiro. Controlar o orçamento é crucial para gerenciar os gastos de <br />forma eficaz. As finanças pessoais incluem investimentos, gerenciamento de contas <br />e planos de aposentadoria. A independência financeira marca a transição para a vida <br />adulta, enquanto a alfabetização financeira influencia o conhecimento em estudantes <br />universitários. Com isso, este estudo tem como objetivo geral analisar as Finanças <br />Pessoais dos alunos de graduação em Ciências Contábeis da UNIFEBE. Para isso, <br />foi realizada uma pesquisa descritiva, conduzida por meio de survey, com abordagem <br />do problema quantitativa. A população da pesquisa abrangeu 174 alunos do curso e <br />a amostra obtida foi de 106 respondentes. Os dados foram coletados por meio de <br />questionários online sobre o perfil financeiro, conhecimentos em finanças pessoais, <br />técnicas de planejamento, endividamento e cultura de investimento. Após coletar os <br />dados, foi aplicada a análise estatística de distribuição de frequências para analisar <br />os resultados encontrados. Isso evidenciou que, em sua maioria, os alunos de <br />Ciências Contábeis da UNIFEBE apresentam controle sobre suas finanças pessoais. <br />A pesquisa revelou que, apesar de terem conscientização financeira, muitos alunos <br />ainda enfrentam desafios, como gastos imprevistos e o uso excessivo do cartão de <br />crédito, o que destaca a necessidade de educação financeira contínua. Além disso, <br />observou-se uma preferência por investimentos conservadores, embora com <br />interesse moderado por opções de maior risco.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-10" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-10</a></p> Ana Henriqueta Marchi, Rodrigo Barraco Marassi Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1121 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300 PROPOSTA DE SISTEMA DE CUSTOS PARA UMA EMPRESA DO RAMO TÊXTIL NA CIDADE DE BRUSQUE/SC https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1122 <p>A contabilidade de custos representa um instrumento essencial para o <br />controle e a gestão das empresas, especialmente em setores altamente competitivos <br />como o têxtil. Este estudo teve como objetivo propor um sistema de custeio adequado <br />para uma indústria de pequeno porte localizada em Brusque/SC. A pesquisa <br />caracterizou-se como qualitativa, descritiva e conduzida por meio de estudo de caso, <br />e utilizou entrevistas e análise documental para a coleta de dados. Os resultados <br />confirmaram que, embora a empresa adote práticas de custeio por absorção, a <br />utilização de critérios simplificados de rateio dos custos fixos gera distorções na <br />apuração da lucratividade, principalmente em produtos de segunda qualidade, <br />resultando em prejuízos médios de 35%. A análise evidenciou que a adoção de <br />critérios mais precisos, como horas-máquina, pode melhorar significativamente a <br />distribuição dos custos e oferecer informações mais consistentes para a tomada de <br />decisão. Conclui-se que a aplicação de um sistema de custeio estruturado e detalhado <br />contribui para a sustentabilidade financeira da empresa, ampliando sua <br />competitividade no mercado.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-11" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-11</a></p> Camila Ferreira Doim , Alessandro Fazzino Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1122 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300 QUALIDADE DOS ACCRUALS E SUA RELAÇÃO COMINDICADORES FINANCEIROS DE EMPRESAS DO COMÉRCIO VAREJISTA DA B3 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1123 <p>O comércio varejista pode ser caracterizado como aquele em que a venda <br />ocorre diretamente para o consumidor final, que utilizará o produto ou serviço. Este <br />setor vem enfrentando desafios importantes, principalmente desde a Pandemia de <br />COVID-19. Nesse cenário, uma das formas de as empresas tentarem minimizar sua <br />desvalorização é evidenciar ao mercado informações contábeis transparentes, claras, <br />com a melhor qualidade possível. Nesse sentido, pode-se questionar se informações <br />contábeis de melhor qualidade estariam relacionadas ao desempenho das <br />organizações. Sendo assim, este estudo tem como objetivo geral analisar a relação <br />entre a qualidade dos accruals e os indicadores financeiros de empresas do comércio <br />varejista do Brasil, Bolsa, Balcão (B3). A amostra contemplou 22 empresas listadas <br />no setor de consumo cíclico da B3. Os documentos utilizados foram as <br />Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP). Os resultados indicam, de maneira <br />geral, que a qualidade dos accruals tem correlação positiva moderada com os <br />indicadores de liquidez e negativa fraca a moderada com os indicadores de <br />endividamento e rentabilidade. Os resultados dos modelos de regressão apontam <br />coeficientes significativos apenas para a composição do endividamento (negativo) e <br />liquidez corrente (positivo). Conclui-se, portanto, que a qualidade dos accruals está <br />relacionada de maneira não uniforme aos indicadores financeiros, sendo mais <br />evidente na gestão de dívidas. Este estudo contribui com a compreensão sobre a <br />conexão entre a qualidade dos accruals e os indicadores financeiros no setor varejista. <br />Também fornece orientações sobre como práticas responsáveis podem fortalecer e <br />aumentar o desempenho financeiro da empresa.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2766099.1.33-12" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2766099.1.33-12</a></p> Larissa Schwertz, Roberto Carlos Klann Copyright (c) 2026 https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/RevistaUnifebe/article/view/1123 qui, 19 mar 2026 00:00:00 -0300