A EVOLUÇÃO DO EMPREGO FORMAL NA INDÚSTRIA TÊXTIL DE BRUSQUE NO PERÍODO DE 1990/2010

Elizandra Petermann, José Álvaro de Lima Cardoso

Resumo


O mercado de trabalho formal em Brusque sempre foi muito dinâmico, por ser o município grande produtor industrial, setor da economia que gera emprego e renda, além de estimular os segmentos do comércio e dos serviços. No entanto, a participação dos bens típicos da indústria de transformação na pauta exportadora brasileira tem diminuído, perdendo espaço para as commodities. A questão a ser analisada é até que ponto o processo de dificuldades na indústria têxtil vem afetando o comportamento do emprego formal no município de Brusque. A referida investigação será realizada por meio de levantamento bibliográfico sobre os temas envolvidos, como emprego, política macroeconômica e risco de desindustrialização. O setor têxtil, principal gerador de empregos na década de 1990, foi o que menos cresceu no período analisado por causa das medidas de governo que dispensa impostos estaduais para as empresas importadoras, o que estimula muito a entrada de produtos chineses. Um sintoma do fenômeno: Santa Catarina vem apresentando déficits na balança comercial desde 2009. Uma solução para que a crise da desindustrialização não atinja de forma devastadora Brusque, seria fazer investimentos pesados em inovação, pois isso aumenta a produtividade e agrega mais valor aos produtos. Assim como os chineses fazem com seus produtos, o estado deveria também dar preferência aos produtos regionais e nacionais e deixar nas prateleiras os produtos importados. Santa Catarina é um estado forte e se integrarmos com as novas tecnologias, todos os seus municípios terão mais chances de fazer crescer suas economias junto dos empregos que serão gerados.

Palavras-chave


Emprego. Evolução. Desindustrialização. Câmbio. Governo.

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ISSN Impresso: 1679-8708

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