https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/issue/feedRevista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE 2026-02-04T15:55:25-03:00Daniel Goulartpesquisa@unifebe.edu.brOpen Journal Systems<p>O Centro Universitário de Brusque – UNIFEBE tem a satisfação de publicar a primeira Revista Científica exclusiva de Direitos Humanos. O periódico é resultado do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos, pelo Laboratório de Cidadania e Educação em Direitos Humanos do Centro Universitário de Brusque – LACEDH – UNIFEBE que, por meio de um Programa de Pesquisa e Extensão, realiza diferentes projetos com o objetivo de difundir a temática de forma transversal para todos os acadêmicos da instituição e comunidade.</p>https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1099A EVOLUÇÃO DA DENOMINAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA EM DOCUMENTOS LEGAIS BRASILEIROS E INTERNACIONAIS2026-01-21T15:43:11-03:00Raquel Maria Cardoso Pedrosopesquisa@unifebe.edu.br<p>A trajetória histórica dos documentos legais que abordam a pessoa com<br />deficiência no Brasil e em contextos internacionais evidencia transformações<br />cruciais no modo como esse grupo social é reconhecido. De uma perspectiva<br />inicialmente assistencialista e excludente, passa-se gradualmente para uma visão<br />inclusiva, que valoriza os direitos humanos e a cidadania. A análise das<br />Constituições, leis, resoluções e tratados permite compreender não apenas<br />mudanças terminológicas, mas também de concepção e de compromisso do<br />Estado e da sociedade.</p> <p><strong>DOI:</strong> 10.29327/2771055.3.2-1</p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1100AMBIENTES EDUCACIONAIS E VULNERABILIDADE: VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA NAS ESCOLAS BRASILEIRAS2026-01-21T15:58:22-03:00Maria Eduarda Batista Tiagopesquisa@unifebe.edu.brGuilherme Augusto Hilário Lopespesquisa@unifebe.edu.br<p>O presente estudo analisa dez casos de violência contra estudantes com<br />deficiência, com foco em crianças, ocorridos nas cinco regiões do Brasil: Norte,<br />Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A investigação baseia-se em reportagens<br />jornalísticas e documentos oficiais, articulados com referenciais críticos sobre<br />capacitismo, adultocentrismo e violência estrutural, para demonstrar que estes<br />episódios não são isolados, mas sim o reflexo de práticas escolares e sociais que<br />naturalizam a violência. Os resultados evidenciam que as crianças com deficiência<br />se encontram em situação de vulnerabilidade, devido à sua condição, tornando-se<br />mais suscetíveis a agressões físicas, psicológicas e exclusões simbólicas. A ausência<br />de preparação pedagógica, aliada à falta de protocolos institucionais e de políticas<br />intersectoriais, reforça esta fragilidade e contribui para a legitimação de práticas<br />violentas. Conclui-se que a violência contra crianças com deficiência revela lacunas<br />estruturais e culturais, sendo necessários a formação contínua dos profissionais, o<br />fortalecimento das redes de apoio e a criação de políticas públicas efetivas que<br />garantam ambientes educativos seguros e equitativos.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2771055.3.2-2" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2771055.3.2-2</a></p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1101GONZAGUINHA POD: UM PODCAST QUE DÁ VOZ À INCLUSÃO, COM PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR2026-01-21T16:03:35-03:00Grasielli Aparecida de Almeidapesquisa@unifebe.edu.brGuilherme Augusto Hilário Lopespesquisa@unifebe.edu.br<p>O presente artigo analisa a concepção e a execução do Gonzaguinha<br />POD, um podcast educativo produzido durante a Semana da Inclusão (2024) em<br />uma escola pública de Brusque-SC, protagonizado por uma aluna do 6.º ano com<br />PAEE, TDAH/TOD e com mediação de monitora de inclusão. Com base na inclusão<br />escolar como garantia de direitos, no enfrentamento ao capacitismo e no potencial<br />do letramento midiático para ampliar a voz discente e seu sentimento de<br />pertencimento, realizou-se um estudo qualitativo exploratório, com entrevistas<br />semiestruturadas gravadas em áudio. Para isso, foi obtido o consentimento livre e<br />esclarecido de AEE, docentes, monitoras, bibliotecário, professora de Teatro,<br />professora de Libras e merendeiras. Os materiais foram submetidos à análise<br />temática indutiva. Os resultados indicam que o podcast é um dispositivo de escuta<br />ativa que possibilita a visibilização de práticas inclusivas, com centralidade no<br />vínculo afetivo e na colaboração entre AEE, docentes e famílias. A organização<br />didático-pedagógica ancorada no PEI favoreceu respostas ao TDAH/TOD como a<br />estruturação de tarefas, o ensino de autorregulação e o manejo preventivo de<br />conflitos, enquanto Libras e artes ampliaram participação e pertencimento. O uso<br />crítico de mídias reforçou o letramento midiático e tensionou as expectativas<br />capacitistas. Conclui-se que produções midiáticas escolares, mediadas<br />criticamente e articuladas ao planejamento colaborativo, fortalecem a participação<br />estudantil e a cultura inclusiva, com implicações para protocolos, formação por<br />função e monitoramento contínuo. Reconhecem-se, no entanto, os limites de um<br />único contexto e a impossibilidade de generalização.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2771055.3.2-3" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2771055.3.2-3</a></p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1102INCLUSÃO NA PRÁTICA: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS COM O USO DO TUXMATH NO ENSINO FUNDAMENTAL2026-01-21T16:09:54-03:00Telmo Rosa Nogueirapesquisa@unifebe.edu.brFernanda de Jesus Costapesquisa@unifebe.edu.br<p>Este relato de experiência apresenta o uso do jogo TuxMath como<br />ferramenta de apoio ao processo de ensino-aprendizagem da matemática básica<br />para estudantes com TEA, contribuindo com reflexões sobre o potencial inclusivo<br />das tecnologias educacionais no contexto da escola pública. A experiência foi<br />desenvolvida em uma escola da rede municipal de Vitória (ES), no Laboratório de<br />Informática Educativa, envolvendo estudantes do 1.º ao 9.º ano do Ensino<br />Fundamental. A metodologia adotada foi qualitativa, com observação participante,<br />registrando aspectos como atenção, engajamento, raciocínio lógico e interação<br />social. Os resultados evidenciaram avanços significativos no desempenho<br />matemático e no desenvolvimento socioemocional dos alunos com TEA,<br />ressaltando o papel da mediação docente e da personalização das atividades.<br />Conclui-se que o uso planejado de jogos digitais favorece a aprendizagem inclusiva,<br />contribuindo para ambientes escolares mais acessíveis e participativos.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2771055.3.2-4" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2771055.3.2-4</a></p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1103O CÉREBRO AUTISTA E AS ADAPTAÇÕES PEDAGÓGICAS: UM OLHAR DA NEUROCIÊNCIA PARA PRÁTICAS INCLUSIVAS2026-01-21T16:15:53-03:00Ana Julia Wegnerpesquisa@unifebe.edu.brTatyanne Araújopesquisa@unifebe.edu.br<p>O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por alterações na<br />comunicação, interação social, rigidez de comportamento e padrões repetitivos,<br />sendo compreendido como um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta<br />milhões de pessoas no mundo. Pesquisas em neuroimagem evidenciam que o<br />cérebro autista apresenta particularidades em áreas relacionadas à socialização,<br />percepção sensorial e cognição, além de padrões de conectividade neural atípicos.<br />Compreender essas especificidades do funcionamento cerebral é essencial para a<br />criação de práticas pedagógicas inclusivas no contexto escolar. Assim, torna-se<br />necessário que educadores compreendam como tais características influenciam o<br />aprendizado e de que forma estratégias pedagógicas podem favorecer a inclusão,<br />o desenvolvimento e a autonomia dos alunos com TEA.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2771055.3.2-5" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2771055.3.2-5</a></p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1104O PAPEL DA INTERSECCIONALIDADE NA COMPREENSÃO DA DEFICIÊNCIA: GÊNERO, RAÇA E CLASSE COMO CAMADAS DE EXCLUSÃO2026-01-21T16:21:13-03:00Cecília Knihs Mafrapesquisa@unifebe.edu.brRicardo Henrique Hoffmannpesquisa@unifebe.edu.br<p>Este artigo analisa, sob a perspectiva interseccional, a situação das<br />pessoas com deficiência no Brasil, destacando como as dimensões de gênero, raça<br />e classe se entrelaçam para intensificar a exclusão social. A metodologia adotada é<br />qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, baseada em legislações<br />nacionais e internacionais, relatórios oficiais (IBGE, IPEA, ONU, HRW) e autores de<br />referência como Kimberlé Crenshaw, Patricia Hill Collins e Débora Diniz. Os<br />resultados indicam que mulheres, pessoas negras e indivíduos de baixa renda com<br />deficiência enfrentam barreiras específicas que não são abordadas por políticas<br />universalistas. Conclui-se que a efetividade da inclusão depende da adoção de<br />políticas interseccionais e transversais que reconheçam a diversidade das<br />experiências humanas.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2771055.3.2-6" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2771055.3.2-6</a></p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1105OS IMPACTOS DA UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE ESTUDANTE COM AME TIPO 1 NO ATENDIMENTO PEDAGÓGICO DOMICILIAR: INVESTIGAÇÃO COM ESTUDANTE E COLABORADORES2026-01-21T16:31:11-03:00Simone Gardes Dombroskipesquisa@unifebe.edu.brLuciana Correa Lima de Faria Borgespesquisa@unifebe.edu.br<p>A Atrofia Muscular Espinhal (AME) é uma condição genética progressiva<br />que causa fraqueza muscular devido à degeneração dos neurônios motores,<br />afetando a comunicação de estudantes com AME Tipo 1. Nesse contexto, o<br />Atendimento Pedagógico Domiciliar (APD) adapta o ensino ao ambiente<br />domiciliar, e a Tecnologia Assistiva (TA), especialmente a Comunicação Alternativa<br />(CA), é essencial para viabilizar o acesso ao aprendizado. Apesar de sua relevância,<br />há escassez de estudos sobre os efeitos dessas tecnologias no ensino de alunos<br />com AME Tipo 1 no APD. Esta pesquisa qualitativa e exploratória, com método de<br />Estudo de Caso, analisou como a Tecnologia Assistiva, com ênfase na Comunicação<br />Alternativa, pode contribuir para o processo de ensino-aprendizagem de uma<br />estudante com AME Tipo 1 no Atendimento Pedagógico Domiciliar. A coleta de<br />dados ocorreu ao longo de sete meses e envolveu entrevistas semiestruturadas,<br />questionários, análise de documentos escolares e observação participante em<br />aulas de Química. A análise, com base na Triangulação, revelou que as pranchas<br />digitais favoreceram a comunicação e o acesso ao conteúdo, promovendo maior<br />engajamento da estudante. O uso do computador ampliou as possibilidades de<br />interação e destacou-se como ferramenta para desenvolver maior autonomia. A<br />pesquisa evidenciou a importância do investimento em tecnologias avançadas e<br />na formação dos profissionais envolvidos, além de reforçar a necessidade de<br />estudos contínuos que fortaleçam as práticas inclusivas no APD.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2771055.3.2-7" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2771055.3.2-7</a></p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1106QUESTÕES PARA UM ENSINO DE LÍNGUAS SENSÍVEL À INFÂNCIA E À DEFICIÊNCIA: VIVÊNCIAS NO CURSO ESPANHOL ACESSÍVEL - MI CARIÑO (2022-2024)2026-01-21T16:36:03-03:00Beatriz Furtado Alencar Limapesquisa@unifebe.edu.brMarcelo Rocha Vieirapesquisa@unifebe.edu.br<p>Este artigo objetivou apresentar um panorama, na forma de relato de<br />experiência, sobre o que foi vivido, ao longo de três anos (2022, 2023 e 2024), no<br />Curso Espanhol Acessível: línguas estrangeiras em todos os sentidos – Versão Mi<br />Cariño. O mencionado curso é uma das ações extensionistas que compõem o<br />Programa Mais Inclusão: Construindo letras acessíveis, cadastrado na Pró-Reitoria<br />de Extensão da Universidade Federal do Ceará desde 2022. O Curso relaciona-se<br />diretamente ao projeto de pesquisa Letramentos, Discursos e Ensino de Línguas<br />em Atendimentos de Estimulação Multissensorial que conta com o financiamento<br />da FUNCAP, por meio dos Editais: N.º 7/2023 - FUNCAP PRÓ-HUMANIDADES e<br />EDITAL N.º 6/2023 - FUNCAP UNIVERSAL. A ação fundamenta sua práxis na Teoria<br />Social do Discurso (Chouliaraki; Fairclough, 1999; Fairclough, 2001, 2003, 2010, 2012),<br />bem como na Teoria Social do Letramento (Barton; Hamilton, 1998; Rios, 2009;<br />Street, 1984). Ao abordar a interface entre infância, deficiência e ensino de línguas,<br />pautamos a capacidade compulsória a partir das discussões empreendidas por<br />Robert McRuer (2024). As implicações advindas do que Canagarajah propõe por<br />corporificação anômala fundamentam a busca por um ensino de línguas<br />indisciplinar (Moita Lopes, 2006) e crip (Canagarajah, 2023). O relato detalha a<br />evolução do projeto: a primeira edição (2022) serviu como fase piloto; a segunda<br />(2023) marcou uma virada metodológica com a sistematização de temas focados<br />nas vivências das crianças e a intensificação dos recursos multimodais; e a terceira<br />(2023) focou na elaboração de uma Escala de Sondagem para registrar impressões<br />dos cursistas, levantando o desafio da escuta e do protagonismo de participantes<br />não verbais. Como resultado dessas discussões, evidenciou-se que o curso<br />construiu um caminho para um ensino de línguas mais engajado e cuidadoso,<br />reforçando a importância da intersetorialidade entre educação, saúde e uma<br />perspectiva crítica e sensível da deficiência.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2771055.3.2-8" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2771055.3.2-8</a></p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1107SIMPL-IA: UTILIZANDO INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA APRIMORAR A AVALIAÇÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM DIFICULDADE DE LEITURA2026-01-21T16:48:00-03:00Inaê Reddigapesquisa@unifebe.edu.brFelipe Ariel Dionysiopesquisa@unifebe.edu.brKauan Vinícius Bertolinipesquisa@unifebe.edu.brSimone Sobiecziakpesquisa@unifebe.edu.brGuilherme Augusto Hilário Lopespesquisa@unifebe.edu.br<p>A inclusão e a acessibilidade tornaram-se prioridades no campo<br />educacional, mas a linguagem complexa das avaliações ainda constitui barreira para<br />estudantes com dificuldade de leitura. Este artigo apresenta a Simpl-IA, ferramenta<br />baseada em inteligência artificial voltada à adaptação (Linguagem Simples) de itens<br />avaliativos, com o objetivo de apoiar alunos e reduzir a carga de trabalho docente.<br />Trata-se de pesquisa exploratória com fase piloto aplicada/experimental, que<br />combinou revisão de literatura, fine-tuning de modelo (OpenAI) com base em um<br />banco de dados curado, reuniões com TI e neuropsicopedagoga e questionários com<br />professores e estudantes do Colégio UNIFEBE. O enquadre considera princípios do<br />Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA/UDL) e diretrizes de Linguagem<br />Simples (ISO 24495-1) e de acessibilidade digital (WCAG 2.2). Os resultados iniciais<br />indicam que a Simpl-IA preserva o sentido dos enunciados ao simplificar vocabulário<br />e a estrutura, e que os alunos preferem as versões adaptadas; entre os docentes,<br />identificam-se interesse e lacunas formativas para adaptar provas, o que reforça a<br />utilidade da ferramenta e do Manual de Orientações desenvolvido. O protótipo<br />mostrou desempenho satisfatório nos testes preliminares, embora demande<br />aprimoramentos e avaliação controlada de impacto (acertos, tempo de leitura, carga<br />cognitiva). Reconhecem-se limites de contexto único e fase inicial, apontando<br />direções para a continuidade do desenvolvimento e da validação.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2771055.3.2-9" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2771055.3.2-9</a></p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1108VIOLÊNCIA ESCOLAR E EDUCAÇÃO ESPECIAL: PERCEPÇÕES DA COMUNIDADE ESCOLAR SOBRE SEGURANÇA E INCLUSÃO2026-01-21T16:55:57-03:00Raquel Maria Cardoso Pedrosopesquisa@unifebe.edu.brGrasielli Aparecida de Almeidapesquisa@unifebe.edu.brThaiane Gabriele Pinheiro Pintopesquisa@unifebe.edu.br<p>Este artigo aborda a questão da “violência na escola” e tem como<br />objetivo principal investigar se a escola se preocupa em tomar medidas em<br />situações de violência sobretudo com os alunos público-alvo da educação<br />especial. Para atingir esse objetivo, foi elaborado um questionário com questões,<br />por meio das quais fosse possível (i) avaliar se os professores já presenciaram atos<br />de violência na escola; (ii) investigar se a escola utiliza medidas de segurança para<br />prevenir (ou inibir) os atos de violência; e (iii) observar qual a percepção dos<br />participantes sobre a segurança na escola. Procedeu-se a uma pesquisa<br />exploratória, cujos dados foram analisados dentro de uma abordagem<br />predominantemente qualitativa. Conclui-se que os participantes consideram que<br />as escolas são lugares seguros e há a preocupação de implementar medidas que<br />possam garantir e inibir as manifestações de violência na escola, sobretudo com<br />o público-alvo da Educação Especial.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2771055.3.2-10" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2771055.3.2-10</a></p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1109VIVÊNCIAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I: AS TECNOLOGIAS DIGITAIS NO DESENVOLVIMENTO SOCIAL DOS ALUNOS NO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL2026-01-21T17:04:51-03:00Everton do Nascimentopesquisa@unifebe.edu.brNilcicleia Chagas Furquimpesquisa@unifebe.edu.brJuliana Pedroso Brunspesquisa@unifebe.edu.br<p>Este estudo apresenta os resultados de uma pesquisa realizada no<br />Estágio Supervisionado I do curso de Licenciatura em Tecnologia Educacional de<br />uma instituição de ensino localizada no Vale do Itajaí (SC). O estágio ocorreu em<br />uma escola da Rede Pública Municipal, situada no mesmo município da<br />instituição, configurando-se como oportunidade de articulação entre teoria e<br />prática. O objetivo do estudo foi analisar as vivências do estágio, com foco no<br />impacto das tecnologias digitais no desenvolvimento social de estudantes do 5.º<br />ano do Ensino Fundamental. A pesquisa adotou abordagem qualitativa, com<br />enfoque em pesquisa-ação. Os dados foram coletados por meio de registros em<br />diários de bordo e analisados segundo a metodologia de Bardin. Com base nessa<br />análise, identificaram-se três categorias emergentes: i) desenvolvimento social<br />por meio do trabalho em equipe; ii) desenvolvimento social por meio da mediação<br />do professor; iii) desenvolvimento social por meio da inclusão. Os resultados<br />demonstraram que o uso de tecnologias digitais fortaleceu a colaboração, a<br />comunicação e a divisão de responsabilidades entre os alunos, estimulando o<br />pensamento crítico e a autonomia. A mediação docente, aliada às metodologias<br />ativas e aos recursos digitais, promoveu debates, engajamento e reflexão ética. A<br />inclusão se evidenciou na adaptação de materiais, no uso de Libras e em ações<br />participativas, garantindo acessibilidade e valorizando a diversidade. Conclui-se<br />que o Estágio Supervisionado, aliado ao uso intencional das tecnologias digitais,<br />constitui espaço formativo essencial para a construção de competências sociais,<br />cognitivas e éticas, promovendo uma educação democrática, participativa e<br />alinhada aos desafios do século XXI.</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2771055.3.2-11" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2771055.3.2-11</a></p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1110A CONVENÇÃO INTERNACIONAL SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, O PROTOCOLO FACULTATIVO À CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E O ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA (LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO – LBI, LEI Nº 13.146/2015)2026-02-03T17:07:06-03:00Ricardo Vianna Hoffmannpesquisa@unifebe.edu.br<p>O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art.<br />84, inciso IV, da Constituição, e<br />Considerando que o Congresso Nacional aprovou, por meio do Decreto<br />Legislativo no 186, de 9 de julho de 2008, conforme o procedimento do § 3º do art.<br />5º da Constituição, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e<br />seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007;<br />Considerando que o Governo brasileiro depositou o instrumento de<br />ratificação dos referidos atos junto ao Secretário-Geral das Nações Unidas em 1o de<br />agosto de 2008;<br />Considerando que os atos internacionais em apreço entraram em vigor para<br />o Brasil, no plano jurídico externo, em 31 de agosto de 2008;<br />DECRETA:<br />Art. 1º A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu<br />Protocolo Facultativo, apensos por cópia ao presente Decreto, serão executados e<br />cumpridos tão inteiramente como neles se contém.<br />169<br />Art. 2º São sujeitos à aprovação do Congresso Nacional quaisquer atos que<br />possam resultar em revisão dos referidos diplomas internacionais ou que<br />acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional, nos<br />termos do art. 49, inciso I, da Constituição.<br />Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.<br />Brasília, 25 de agosto de 2009; 188o da Independência e 121o da República.<br />LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA<br />Celso Luiz Nunes Amorim<br />Este texto não substitui o publicado no DOU de 26.8.2009</p> <p><strong>DOI:</strong> <a class="ng-binding" href="https://doi.org/10.29327/2771055.3.2-12" target="_blank" rel="noopener">10.29327/2771055.3.2-12</a></p>2026-02-04T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE