https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/issue/feedRevista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE 2025-08-12T20:15:22-03:00Rafaela Bohaczuk Venturelli Knopeditora@unifebe.edu.brOpen Journal Systems<p>O Centro Universitário de Brusque – UNIFEBE tem a satisfação de publicar a primeira Revista Científica exclusiva de Direitos Humanos. O periódico é resultado do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos, pelo Laboratório de Cidadania e Educação em Direitos Humanos do Centro Universitário de Brusque – LACEDH – UNIFEBE que, por meio de um Programa de Pesquisa e Extensão, realiza diferentes projetos com o objetivo de difundir a temática de forma transversal para todos os acadêmicos da instituição e comunidade.</p>https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1074RESENHA CRÍTICA DO LIVRO FELICIDADE, DIREITO E DEMOCRACIA 2025-08-12T10:43:21-03:00Amanda Cristina de Paivapesquisa@unifebe.edu.br<p>"Felicidade, Direito e Democracia" instiga o leitor a refletir sobre o que é <br>felicidade sob a ótica do direito e como a busca por respostas sobre essa felicidade <br>individual pode estar atrelada aos direitos fundamentais e aos princípios <br>democráticos presentes em todo o ordenamento jurídico do Brasil.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1073RESENHA CRÍTICA DO LIVRO “O MEIO AMBIENTE SUSTENTÁVEL DA MODA NO BRASIL E NO MUNDO”2025-08-12T10:37:23-03:00Ana Lara Deckerpesquisa@unifebe.edu.br<p>Neste capítulo da Revista do Laboratório de Cidadania e Educação em Direitos <br>Humanos do Centro Universitário de Brusque – LACEDH/UNIFEBE, apresenta-se <br>uma resenha crítica, ou seja, uma análise da 2.ª edição do livro O Meio Ambiente <br>Sustentável da Moda no Brasil e no Mundo, de autoria da advogada Taiara Desirée, <br>publicado em 2022, no Rio de Janeiro, Brasil, pela Editora Lumen Juris, com <br>temáticas relacionadas à Sustentabilidade, aos Direitos Humanos e ao Direito da <br>Moda, incluindo constatações atuais sobre os impactos socioambientais da <br>indústria da moda e as suas implicações jurídicas.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1078EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: SIMULAÇÃO DO COMITÊ DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU) NO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS2025-08-12T17:49:17-03:00Greice Sansão Araldipesquisa@unifebe.edu.br<p>O presente relato de experiência apresenta a Simulação do Comitê da<br>Organização das Nações Unidas (ONU) no Ensino Fundamental Anos Iniciais, em<br>três escolas distintas, a saber, Escola de Ensino Fundamental Alberto Pretti, Escola<br>de Ensino Fundamental Angelo Dognini e Escola de Ensino Fundamental<br>Professora Georgina de Carvalho Ramos da Luz, no decorrer do ano letivo de 2024,<br>com o objetivo de contemplar a Educação em Direitos Humanos de forma<br>transversal e integradora de acordo com os pressupostos da Base Nacional Comum<br>Curricular (BNCC). A Educação em Direitos Humanos foi realizada em etapas: aulas<br>teóricas expositivas dialogadas sobre o conceito de direitos humanos e a<br>Declaração Universal dos Direitos Humanos, seguida da prática, com a participação<br>ativa dos estudantes enquanto sujeitos autônomos. A avaliação dos estudantes foi<br>realizada de maneira contínua, utilizando diversas abordagens pedagógicas e<br>ferramentas de avaliação para acompanhar o desenvolvimento de cada estudante.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1061O DIREITO DA CRIANÇA À NATUREZA NA ESCOLA 2025-08-12T09:06:45-03:00Luciane Oliveira da Rosapesquisa@unifebe.edu.brTamily Roedelpesquisa@unifebe.edu.br<p>As crianças que brincam ao ar livre tendem a adoecer menos, a <br>desenvolver maior agilidade e esperteza, além de aprimorarem a coordenação <br>motora e o equilíbrio. Este trabalho teve como objetivo discutir o direito da criança <br>à natureza e problematizar as vivências com a natureza durante o cotidiano escolar. <br>É fruto de experiências desenvolvidas com acadêmicas de duas turmas do Curso <br>de Pedagogia em 2024, por meio de um projeto que envolveu pesquisas, debates, <br>elaboração de propostas e confecção de materiais para práticas pedagógicas nas <br>escolas. Os dados apresentados foram analisados à luz da teoria sobre a relação <br>criança e natureza, e os resultados evidenciam que a formação inicial de <br>professores pode possibilitar a garantia do direito das crianças à natureza na escola <br>ao oportunizar o conhecimento e a prática sobre o tema. A discussão é <br>fundamental na educação para a sustentabilidade do planeta e para a garantia do <br>direito da criança à natureza, o qual gera desenvolvimento integral.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1062A PRÁTICA DA PSICOTERAPIA E A SUA REGULAMENTAÇÃO NO BRASIL: A URGÊNCIA DOS DIREITOS HUMANOS FRENTE À MOROSIDADE LEGISLATIVA 2025-08-12T09:15:40-03:00Thiago luar Grott Januáriopesquisa@unifebe.edu.brJoão Vitor Andrade Pereirapesquisa@unifebe.edu.brRafael Sousa Mendes de Oliveirapesquisa@unifebe.edu.brAndré Luiz Thiemepesquisa@unifebe.edu.br<p>O presente artigo apresenta a busca popular pela regulamentação da <br>psicoterapia por psicólogos e psiquiatras, enfatizando a importância da <br>exclusividade desses profissionais na prática psicoterapêutica como um passo <br>essencial para garantir a qualidade e a segurança dos serviços de saúde mental. A <br>pesquisa adotou uma abordagem integrativa por meio de uma revisão narrativa, <br>analisando materiais teóricos, artigos científicos, normas legais e o Código de Ética <br>Profissional do Psicólogo para fundamentar as suas conclusões. Os resultados <br>sublinham a urgência de uma regulamentação específica para profissionais <br>qualificados, visando assegurar a ética e a excelência nos tratamentos psicológicos <br>oferecidos. Conclui-se que, com base na Constituição Federal, nos códigos de ética <br>e nas produções científicas analisadas, faz-se necessário que o processo legislativo <br>avance para garantir que apenas profissionais capacitados possam realizar <br>intervenções psicoterapêuticas, promovendo assim um ambiente seguro e <br>confiável para os pacientes em busca de apoio psicológico.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1063A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER EM SANTA CATARINA: UMA ANÁLISE DOCUMENTAL DA VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS 2025-08-12T09:21:21-03:00Andreza Patrícia Regispesquisa@unifebe.edu.brJosely Cristiane Rosapesquisa@unifebe.edu.br<p>Esta pesquisa teve como objetivo compreender os casos de violência <br>doméstica contra mulheres no Estado de Santa Catarina no ano de 2023, com ênfase <br>na análise da violação dos Direitos Humanos. A investigação caracterizou-se como <br>aplicada, qualitativa e exploratória, permitindo uma compreensão aprofundada dos <br>fatores estruturais que sustentam a violência de gênero. Foram utilizados <br>procedimentos bibliográficos e documentais, com base em literatura especializada <br>e dados institucionais, especialmente o Relatório Anual da CEVID/TJSC (2024). Os <br>resultados revelaram a ocorrência de 120.611 casos de violência contra mulheres no <br>estado em 2023. Os crimes mais frequentes foram ameaça, lesão corporal leve e <br>injúria, evidenciando o uso da intimidação como forma de controle. As cidades com <br>maior número de registros foram Florianópolis, Joinville, Blumenau, Chapecó e Itajaí. <br>Regionalmente, os casos concentraram-se no Vale do Itajaí (27%), seguido pelo Oeste <br>(21%), Grande Florianópolis (16%), Norte e Sul (15%) e Serra (6%). A pesquisa <br>demonstrou que a violência doméstica afeta mulheres de todas as idades, <br>confirmando o seu caráter transversal. Quanto aos agressores, identificaram-se <br>padrões comportamentais recorrentes, como controle excessivo, ciúmes e histórico <br>de violência, que contribuem para a manutenção do ciclo abusivo.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1064CAMINHABILIDADE, EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS: CONHECIMENTO ORIENTADO PARA A CONSTRUÇÃO DE CALÇADAS CAMINHÁVEIS 2025-08-12T09:29:58-03:00Alexssandra da Silva Fidelispesquisa@unifebe.edu.brAnderson Busspesquisa@unifebe.edu.brEdson Roberto Fidelispesquisa@unifebe.edu.br<p>Apresenta-se, neste trabalho, um relato de experiência relacionado com <br>a pesquisa desenvolvida entre os anos de 2021 e 2024, que seguirá em <br>desenvolvimento durante o ano de 2025, visando a definição do Índice de <br>Caminhabilidade (IC) para o município de Brusque. Entretanto, devido à <br>complexidade encontrada para a leitura territorial, a ação foi subdividida por bairros <br>e este trabalho apresentará os aspectos relacionados com o levantamento do IC <br>correspondente aos nove bairros já avaliados. Para isso, os dados já identificados <br>foram organizados em tabelas e apresentados com a descrição das principais ações <br>desenvolvidas até o momento e amparadas em referencial teórico relacionado ao <br>tema de mobilidade. A pesquisa foi coordenada por professores do Centro <br>Universitário da Fundação Educacional de Brusque - UNIFEBE e realizada por <br>acadêmicos da mesma instituição, por meio do Projeto de Iniciação Científica, <br>subsidiado com recursos do Programa de Bolsas de Pesquisa e Extensão, <br>contemplados pelo Artigo 171 da Constituição Estadual. A pesquisa demonstra que <br>identificar o índice de caminhabilidade é importante para se definir a qualidade das <br>calçadas, condição que influencia diretamente na mobilidade e acessibilidade <br>urbana e pode servir como suporte ao desenvolvimento de políticas urbanas.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1065CAROLINA MARIA DE JESUS: O CAMINHO ENTRE A POBREZA E A SAÚDE MENTAL DE MULHERES PRETAS 2025-08-12T09:37:06-03:00Juliana Machado da Silvapesquisa@unifebe.edu.brPaulina Marchipesquisa@unifebe.edu.brGustavo Angelipesquisa@unifebe.edu.br<p>O presente artigo tem como objetivo analisar os efeitos da pobreza na <br>saúde mental de mulheres pretas e refletir sobre os mecanismos sociais que <br>contribuem para sua marginalização. Trata-se de uma pesquisa de natureza <br>bibliográfica, que realiza uma análise das vivências de Carolina Maria de Jesus e das <br>problemáticas citadas nos seus diários, especialmente na obra Quarto de Despejo: <br>Diário de uma Favelada (2014). Por meio dessa obra, é possível identificar como as <br>condições precárias de vida influenciam negativamente a saúde mental das <br>mulheres pretas, condições essas que são frequentemente agravadas pela falta de <br>acesso a serviços de saúde adequados, educação de qualidade e oportunidades <br>econômicas justas. ressalta-se que, neste artigo, o termo “preta” é utilizado como <br>sinônimo de “negra”, englobando também mulheres pardas, compreendendo que <br>ambas sofrem os efeitos do racismo estrutural, e a classificação “parda” muitas vezes <br>representa uma tentativa de embranquecimento. Portanto, esta pesquisa busca não <br>apenas destacar as dificuldades enfrentadas por mulheres pretas em situação de <br>pobreza, mas também provocar uma reflexão crítica sobre as políticas públicas, <br>buscando a inclusão social, econômica e psicológica necessárias para a redução <br>desse problema e o reconhecimento dos direitos de todas as mulheres pretas.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1066ECOS DO PATRIARCADO: A OBJETIFICAÇÃO DA MULHER E A TRANSNACIONALIDADE 2025-08-12T09:42:28-03:00Ana Selma Moreirapesquisa@unifebe.edu.br<p>O objetivo deste foi identificar os ecos do patriarcado que ainda ressoam <br>no meio social, seja por meio da música, da dança ou do comportamento em geral. <br>Ainda, pretende dimensionar a luta pelo reconhecimento e efetivação dos direitos <br>das mulheres na perspectiva transnacional. Para atingir o objetivo do estudo, <br>discorre-se primeiramente sobre o machismo estruturado no patriarcado, o qual se <br>reflete na postura de homens que subjugam e subestimam mulheres, inclusive de <br>forma violenta. Posteriormente, identifica-se a objetificação da mulher no Brasil e <br>no mundo, observando-se exemplos de violação de direitos e de manifestações <br>culturais que representam ecos do patriarcado. Por fim, estuda-se a possibilidade <br>de ampliação na abordagem dos direitos das mulheres para a perspectiva <br>transnacional, para que o comportamento respeitoso e humanizado dispensado às <br>mulheres seja compartilhado entre todos os habitantes do globo terrestre e pelas <br>mais diversificadas culturas que deverão coexistir em harmonia.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1067ÉDIPO, PERVERSÃO E FETICHE: UMA LEITURA DE LOLITA SOB A LUZ DA PSICANÁLISE2025-08-12T09:50:41-03:00Romenigh Rodrigues Oliveirapesquisa@unifebe.edu.brGustavo Angelipesquisa@unifebe.edu.br<p>O objetivo do estudo foi realizar uma análise psicanalítica da perversão <br>na obra Lolita (1955), de Vladimir Nabokov, e, especificamente, explorar a potência <br>analítica do personagem Humbert. A investigação se constitui como estratégia de <br>produção de conhecimento por meio da psicanálise extramuros, pela escuta, <br>associação livre e atenção flutuante da obra Lolita. Ou seja, a prática psicanalítica <br>fora dos espaços tradicionais de consultório. Expande-se a psicanálise para <br>contextos mais amplos e menos convencionais. Além disso, visa ampliar o debate <br>acerca dos temas e conceitos elencados, a fim de possibilitar discussões sobre, <br>inclusive, o manejo clínico em situações similares. Com base na obra Lolita, foi <br>possível realizar um estudo sobre como a perversão, o fetichismo e traços do <br>complexo de Édipo manifestam-se por meio do sujeito e como esses conceitos <br>estão, no caso da obra, interligados com a pedofilia.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1068O CUIDADO COMO ATO DE RESISTÊNCIA: A EXPERIÊNCIA DA REDE FEMININA DE COMBATE AO CÂNCER DE BRUSQUE/SC 2025-08-12T09:57:14-03:00Anna Maria Trevisanpesquisa@unifebe.edu.brGuilherme Augusto Hilário Lopespesquisa@unifebe.edu.br<p>Este artigo analisa a ação da Rede Feminina de Combate ao Câncer de <br>Brusque (SC) sob a ótica do cuidado como prática social, política e afetiva. Para <br>tanto, foi utilizada uma abordagem qualitativa e exploratória, que incluiu <br>entrevistas semiestruturadas com uma paciente e a presidente da instituição, além <br>de observação direta e análise documental. A pesquisa investiga como a rede, <br>formada majoritariamente por mulheres voluntárias, constituiu-se como espaço de <br>acolhimento, prevenção e resistência frente às lacunas do sistema público de <br>saúde. Os resultados revelam que o cuidado exercido pela rede transcende o <br>atendimento médico, assumindo dimensões de solidariedade, empoderamento <br>feminino e mobilização comunitária. A análise evidencia que, em contextos de <br>vulnerabilidade e adoecimento, o cuidado pode constituir um ato de resistência e <br>de transformação social.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1069O DIREITO HUMANO AO TRABALHO SEGURO: UMA REVISÃO DE PERSPECTIVA 2025-08-12T10:04:04-03:00Francisco Alberto Skorupapesquisa@unifebe.edu.br<p>A segurança em variados aspectos é o fundamento dos direitos <br>humanos. Embora a discussão sobre segurança pública esteja frequentemente <br>relacionada à esfera policial, há inúmeros outros aspectos a serem considerados, <br>dentre eles a segurança no trabalho. A perspectiva dominante no debate sobre a <br>segurança no trabalho é a prevenção de riscos e acidentes, mais do que a <br>substituição do risco pelo trabalho seguro. O foco na prevenção é um hábito inercial <br>fundamentado no fator econômico das cadeias produtivas, sobretudo pelo elevado <br>custo de sua transformação para a eliminação de riscos, sendo os custos com a <br>prevenção mais aceitáveis. Tal lógica atesta o reduzido valor atribuído ao ser <br>humano trabalhador e ao ambiente natural em face do valor econômico das <br>cadeias produtivas. No entanto, a menos que essa escala de valores seja <br>reconsiderada, buscando-se processos produtivos efetivamente seguros e não <br>danosos à saúde humana e ambiental, continuaremos em uma trajetória <br>destrutiva, seja das vidas de milhões de trabalhadores, seja do próprio planeta Terra. <br>Essa reflexão fundamenta uma pesquisa exploratória que trata a segurança do <br>trabalho como objeto central e vetor de transformação dos processos de projeto e <br>execução na construção civil. Para isso, foi feita uma revisão bibliográfica <br>abrangente, incluindo legislações, fontes históricas, experiências internacionais e <br>teorias sobre segurança, direitos humanos e impactos ambientais.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1070O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO NA SOLIDIFICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA NA DIMENSÃO DA SOLIDARIEDADE 2025-08-12T10:08:54-03:00Moacir Gomes Ribeiropesquisa@unifebe.edu.brAna Flavia Ramospesquisa@unifebe.edu.br<p>O presente artigo teve como objetivo demonstrar a importância não só <br>da valorização dos princípios constitucionais da dignidade humana, mas, <br>principalmente a sua efetividade na nossa sociedade extremamente diversificada <br>e complexa. A dignidade humana é analisada como um conceito central, porém <br>complexo, que precisa ser constantemente concretizado por meio de políticas <br>públicas e da solidariedade social. Utilizando uma abordagem hipotético-dedutiva <br>e análise de material bibliográfico, o estudo argumenta que a solidariedade é <br>essencial para fortalecer a dignidade humana, promovendo uma convivência social <br>mais justa e igualitária. Em um contexto global marcado por desigualdades sociais <br>e desafios éticos, o estudo propõe uma reflexão crítica sobre o papel do Estado na <br>promoção de políticas públicas e normativas que garantam a efetivação dos <br>direitos humanos, não apenas como garantias individuais, mas como expressão de <br>um compromisso coletivo. O presente artigo destaca ainda o papel da <br>solidariedade como um valor que une os indivíduos, reforçando a ideia de que a <br>dignidade humana só pode ser plenamente realizada quando há respeito mútuo e <br>cooperação entre todos. Conclui-se que, embora a dignidade humana seja um <br>princípio constitucional, a sua efetivação depende não apenas das leis, mas <br>também de uma cultura de solidariedade e responsabilidade social.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1071OS DESAFIOS DO COMBATE À FAKE NEWS: PROTEÇÃO DO DIREITO À LIBERDADE DE EXPRESSÃO SEM CENSURA 2025-08-12T10:21:54-03:00Lucas Libardopesquisa@unifebe.edu.brRicardo Henrique Hoffmannpesquisa@unifebe.edu.br<p>A disseminação de fake news e desinformação tem tornou-se um dos <br>principais desafios da era digital, afetando direitos fundamentais como a liberdade <br>de expressão e o Estado Democrático de Direito. O presente artigo analisa os <br>impactos da desinformação na sociedade e os desafios regulatórios para combatê<br>la sem comprometer direitos humanos e fundamentais. Inicialmente, discutem-se <br>os fundamentos da liberdade de expressão e seus limites, destacando-se a <br>importância do pluralismo e do direito à informação. Em seguida, examinam-se os <br>efeitos da desinformação na opinião pública, nos processos eleitorais e na <br>polarização política. Por fim, são apresentadas possíveis soluções para a regulação <br>da desinformação, visando equilibrar o combate às fake news e a proteção da <br>liberdade de expressão, evitando a censura. O estudo conclui que, embora seja <br>necessário conter a propagação de informações falsas, qualquer regulação deve <br>respeitar os princípios democráticos, garantindo a transparência, a <br>responsabilização das plataformas digitais e a educação midiática.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1072OS IMPACTOS DAS REDES SOCIAIS NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE JUVENIL2025-08-12T10:29:19-03:00 Emilly Larissa Rossipesquisa@unifebe.edu.br Ana Carolina Hoffmannpesquisa@unifebe.edu.brMatheus Henrique Massaneiropesquisa@unifebe.edu.brGuilherme Augusto Hilário Lopespesquisa@unifebe.edu.br<p>Este estudo, investiga os efeitos do uso contínuo das plataformas sobre <br>a autoimagem e a autoestima juvenil, pois redes sociais digitais tornaram-se <br>essenciais na vida de adolescentes e jovens adultos, influenciando a construção da <br>identidade, a percepção de si e as relações interpessoais. Por meio de uma <br>abordagem quantitativa, o artigo visa analisar os efeitos do uso das redes sociais na <br>construção da identidade, buscando identificar padrões de comportamento, <br>sentimentos recorrentes e possíveis impactos psicossociais decorrentes dessa <br>interação. Os dados foram coletados por meio de um questionário estruturado, <br>com 271 respostas válidas. Os resultados revelam que a maioria dos participantes <br>reconhece os impactos negativos das redes sociais, especialmente em relação à <br>comparação social, à busca por validação e à exposição a padrões irreais de beleza. <br>Apesar de oferecerem oportunidades de expressão e pertencimento, as redes <br>também geram pressões que afetam o bem-estar emocional. O estudo destaca a <br>importância de promover a alfabetização midiática como estratégia para um uso <br>mais consciente e saudável dessas tecnologias.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1079UMA ANÁLISE A PARTIR DA NECROPOLÍTICA DAS DIFICULDADES ENCONTRADAS POR PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA PARA ACESSAR O SERVIÇO PÚBLICO EM BRUSQUE, SC2025-08-12T18:18:05-03:00André Alonso Marquespesquisa@unifebe.edu.brAndré Luiz Thiemepesquisa@unifebe.edu.br<p>Esta pesquisa investiga as dificuldades enfrentadas por pessoas em<br>situação de rua para acessar os serviços públicos na cidade de Brusque, em Santa<br>Catarina. Como recursos de coleta de informações, são utilizadas estratégias de<br>observação e registro, além de entrevistas semiestruturadas. Fundamenta-se<br>teoricamente a discussão e análise dos resultados a partir da articulação dos<br>conceitos de necropolítica, vida nua, vidas precárias e necrobiopoder. Os relatos<br>revelam barreiras como burocracia excessiva, exigência de documentação,<br>tratamento desumanizante e ausência de acolhimento, fatores que contribuem<br>para a exclusão e reforçam uma lógica social higienista e marginalizante.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1076UMA ANÁLISE PSICANALÍTICA DA TRANSFOBIA A PARTIR DO CONCEITO DE INFAMILIAR 2025-08-12T10:58:41-03:00André Alonso Marquespesquisa@unifebe.edu.brMariana Hingst Goulartpesquisa@unifebe.edu.brThiago Iluar Grott Jenuáriopesquisa@unifebe.edu.brDiogo Macedo Dalcastagnepesquisa@unifebe.edu.brGustavo Angelipesquisa@unifebe.edu.br<p>Este trabalho problematiza a violência direcionada à pluralidade sexual e <br>de gênero, fundamentado nas discussões teóricas dos estudos de gênero em <br>diálogo com a psicanálise, com base na premissa do inconsciente freudiano e do <br>conceito de infamiliar. A pesquisa foi construída com o método de psicanálise <br>extramuros, que considera os conceitos de associação livre e de transferência, assim <br>como do sujeito enredado nas questões sociais para além do tratamento clínico <br>individual. Baseado numa notícia envolvendo o assassinato violento de uma mulher <br>trans, questionamos sobre o estranhamento que o sujeito dissidente mobiliza no seu <br>entorno ao representar um rompimento com a cis-heteronorma, a ponto de sofrer a <br>violação e negação da sua existência. Discutir e desdobrar teoricamente <br>problematizações em torno da violência de gênero, sobretudo a violência voltada à <br>população transexual, é testemunhar e mobilizar-se a combater esse cenário social.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE https://periodicos.unifebe.edu.br/index.php/DiretosHumanos/article/view/1077Corte Interamericana de Direitos Humanos Caso dos Santos Nascimento e Ferreira Gomes VS. Brasil Sentença de 7 de Outubro de 20242025-08-12T11:26:58-03:00Ricardo Henrique Hoffmannpesquisa@unifebe.edu.br<p>No caso dos Santos Nascimento e Ferreira Gomes Vs. Brasil,<br>a Corte Interamericana de Direitos Humanos (doravante denominada “Corte<br>Interamericana”, “Corte” ou “Tribunal”), com a seguinte constituição:*<br>Nancy Hernández López, Presidente;<br>Humberto Antonio Sierra Porto, Juiz;<br>Eduardo Ferrer Mac-Gregor Poisot, Juiz;<br>Ricardo C. Pérez Manrique, Juiz;<br>Verónica Gómez, Juíza; e<br>Patricia Pérez Goldberg, Juíza;<br>presentes, ademais,<br>Pablo Saavedra Alessandri, Secretário;<br>Gabriela Pacheco Arias, Secretária Adjunta,<br>em conformidade com os artigos 62.3 e 63.1 da Convenção Americana sobre Direitos<br>Humanos (doravante denominada “Convenção Americana” ou “Convenção”) e com os<br>artigos 31, 32, 42, 65 e 67 do Regulamento da Corte (doravante denominado<br>“Regulamento” ou “Regulamento da Corte”), profere a presente Sentença, que se<br>estrutura na ordem que se segue.</p>2025-08-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Revista de Direitos Humanos do LACEDH - UNIFEBE